Exposição Itinerante

“A infinita memória da pandemia: a história da COVID-19 por todos nós, brasileiros”

Exposição Itinerante

A exposição itinerante “A Infinita Memória da Pandemia – A história da COVID-19 por todos nós, brasileiros” é a primeira exposição itinerante do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) e constitui um desdobramento direto do Memorial Digital da Pandemia. A iniciativa é fruto da parceria entre o Ministério da Saúde, o CCMS, a BIREME/OPAS/OMS e a Unicamp, reunindo e organizando um amplo conjunto de registros produzidos pela sociedade brasileira ao longo da pandemia. Ao trazer para o espaço expositivo conteúdos originalmente digitais, a iniciativa evidencia a multiplicidade de memórias que constituem essa experiência coletiva, marcada por vivências diversas, desiguais e profundamente transformadoras.

A exposição apresenta essas múltiplas memórias por meio de uma abordagem multimídia e interativa, articulando conteúdos audiovisuais, documentos e relatos que permitem ao público acessar diferentes perspectivas sobre a pandemia. Ao sair do ambiente online e ocupar diferentes territórios, “Infinitas Memórias” amplia o alcance do Memorial, promovendo o reconhecimento das experiências vividas e estimulando a reflexão sobre seus impactos no presente e no futuro. Trata-se de uma ação que integra cultura, saúde e memória, reafirmando o papel dessas dimensões na construção de uma sociedade mais consciente e preparada.

Concebida com projeto expográfico modular, a exposição foi desenvolvida para circular pelas cinco regiões do país, adaptando-se a diferentes espaços e permitindo a incorporação contínua de novos conteúdos e curadorias. Sua primeira edição será realizada em Brasília, no mês de maio de 2026, marcando o início de sua itinerância nacional. Na sequência visitará Fortaleza, São Paulo, Porto Alegre e Manaus. Ao final desse percurso, a exposição será incorporada ao Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, consolidando-se como um espaço permanente de reflexão, aprendizado e atualização contínua das memórias da pandemia.

Um acontecimento histórico
que afetou toda a humanidade
e foi narrado em tempo real, de
baixo para cima.

Do global ao íntimo, e de volta
ao global, salta aos olhos
a experiência sensível dos
próprios afetados.

Com ele, entendemos que lembrar
é um ato coletivo, capaz de
reconstruir vínculos e produzir
reconhecimento mútuo.

Nesse movimento, a memória
de um disparador de novas memórias
no outro, compondo um
mosaico coletivo da pandemia.

Um sopro de humanidade
que afirma a força de nossas
comunidades e de nossa
diversidade cultural.